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Diretor da Previc destaca necessidade de atuação proativa dos dirigentes no processo decisório de investimentos

Por Assessoria de Comunicação Social

Fábio Coelho
Foto: Jefferson de Almeida - Carla Camp

 

8/10/15 - "O nosso alerta é para que, num cenário econômico não muito favorável, as instâncias de governança e os comitês dos fundos de pensão se atentem para o importante papel que devem ter, de serem mais diligentes, tendo atuação ativa na hora da tomada de decisão sobre quais ativos comporão a carteira dos seus fundos de pensão". Este foi o alerta feito pelo diretor de Assuntos Atuariais, Contábeis e Econômicos da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), Fábio Henrique de Sousa Coelho, durante o debate "Mantendo o Foco na Gestão: Analisando a Rentabilidade de Planos e Entidades", realizado na manhã desta quinta-feira, 8, durante o 36º Congresso dos Fundos de Pensão, que acontece até amanhã, 9, no Centro Internacional de Convenções de Brasília, no Lago Sul.

Em sua palestra o dirigente da Previc explorou o atual cenário econômico brasileiro e suas implicações nos investimentos dos fundos de pensão. Fábio Coelho ressaltou que as entidades, antes de definirem os investimentos, devem ter um olhar para dentro, para as características dos seus planos, e um olhar para fora, para o que está acontecendo no ambiente econômico.

O dirigente explicou que "a participação ativa dos gestores na construção da política de investimento não deve simplesmente replicar os limites legais na Resolução nº 3792, mas sim fazer uma discussão sobre a característica de cada plano".

Fábio Coelho também mostrou que um excelente ponto de partida para os dirigentes dos fundos de pensão são os Guias de Melhores Práticas da Previc, sobretudo o de Investimento e Governança, disponíveis no site da Autarquia, que mostram a importância de se avaliar primeiro a realidade de cada plano de benefício, antes mesmo da construção da política de investimento e antes da decisão em si, considerando as características dos participantes.

Também participaram do debate os palestrantes Fabiano Romes Macie, coordenador da Comissão Técnica Nacional de Indicadores de Desempenho de Gestão (CTN IDG II) e Carlos Augusto Pacheco Pereira, membro da CTN IDG II da Abrapp.